<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Takenami &#187; Tendências</title>
	<atom:link href="http://www.takenami.com.br/category/tendencias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.takenami.com.br</link>
	<description>Consultoria em TIC</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Apr 2010 16:56:09 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Estruturas e Classes em Go</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2009/12/20/estruturas-e-classes-em-go/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2009/12/20/estruturas-e-classes-em-go/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 22:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Classes]]></category>
		<category><![CDATA[Estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Go]]></category>
		<category><![CDATA[Go Lang]]></category>
		<category><![CDATA[OO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/2009/12/20/estruturas-e-classes-em-go/</guid>
		<description><![CDATA[Já faz um bom tempo que não dou uma “googada” sobre o Go, mas quando estive fazendo testes gerei alguns arquivos de exemplos que gostaria de compartilhar. Para começar estou disponibilizando 2 destes exemplos: Como trabalhar com estruturas e Classes. Para quem ainda não leu o POST anterior, onde falo sobre a linguagem, sugiro a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz um bom tempo que não dou uma “googada” sobre o Go, mas quando estive fazendo testes gerei alguns arquivos de exemplos que gostaria de compartilhar. Para começar estou disponibilizando 2 destes exemplos:<strong> Como trabalhar com estruturas</strong> e <strong>Classes</strong>. Para quem ainda não leu o POST anterior, onde falo sobre a linguagem, <a href="http://www.takenami.com.br/2009/11/26/iniciando-em-go-a-linguagem-de-programao-do-google/" target="_blank">sugiro a leitura</a>. Para quem já leu <a href=" http://wiki.takenami.com.br/doku.php?id=go:oo" target="_blank">veja os exemplos de Estruturas e Classes</a>.</p>
<p>Abraço,<br />
Igor Takenami</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2009/12/20/estruturas-e-classes-em-go/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Iniciando em Go!!! A linguagem de programa&#231;&#227;o do Google</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2009/11/26/iniciando-em-go-a-linguagem-de-programao-do-google/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2009/11/26/iniciando-em-go-a-linguagem-de-programao-do-google/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Go]]></category>
		<category><![CDATA[Go Lang]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[takenami]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/?p=164</guid>
		<description><![CDATA[ Depois do Java com a programação orientada a objetos e de linguagens dinâmicas produtivas como Python e Ruby, acho que não precisaríamos de uma nova linguagem de programação pelo menos nos próximos 10 anos.
E se o Google estivesse por traz de uma nova linguagem?
Sem dúvida este é o maior cartão de visita para “The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.takenami.com.br/wp-content/uploads/2009/11/go-logo-black.png"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-width: 0px;" title="go-logo-black[1]" src="http://www.takenami.com.br/wp-content/uploads/2009/11/gologoblack1.png" border="0" alt="go-logo-black[1]" width="220" height="77" align="left" /></a> Depois do Java com a programação orientada a objetos e de linguagens dinâmicas produtivas como Python e Ruby, acho que não precisaríamos de uma nova linguagem de programação pelo menos nos próximos 10 anos.</p>
<p><strong>E se o Google estivesse por traz de uma nova linguagem?</strong></p>
<p>Sem dúvida este é o maior cartão de visita para <a href="www.golang.org/">“The Go Programming Language</a>”. O fato de ser desenvolvida pelo Google desperta, pelo menos, uma certa curiosidade e sem dúvida foi isto que levou muitos programadores a testarem seus recursos.</p>
<p>A premissa é ser como tudo que o Google faz, SIMPLES. Resta saber qual o referencial para esta simplicidade. Se comparado as linguagens citadas no inicio do post talvez a coisa não seja assim tão simples, mas em comparação com C/C++ certamente é. Como já é conhecido as características inovadoras do Google, é preciso de um olhar mais atento antes de qualquer parecer sobre a linguagem Go.</p>
<p><span id="more-164"></span></p>
<p>A idéia básica do projeto é trazer a velocidade das linguagens dinâmicas com a performance e segurança de uma linguagem compilada, juntando o melhor dos dois mundos. Apesar de ser bem parecida com C/C++ a linguagem possui uma sintaxe flexível além de trazer recursos como garbage-collector, suporte a multi-processamento e reflections.</p>
<p>O maior problema está extamente na simplicidade de sua abordagem. Isto cria um certo bloqueio e principalmente comparações com tecnologias consolidadas e puramente O.O.. Com uma visão inicial teremos o sentimento que a linguagem não é orientada a objetos, e de fato não é. Por outro lado, os responsáveis pelo projeto apresentam recursos simples para problemas normalmente encontrados nos modelos atuais. Para resumir, podemos dizer que em Go as coisas não são feitas como estamos acostumados a ver.</p>
<p>Quando vejo este cenário, lembro de quando comecei a usar o Mac OS X e me deparei com novos conceitos. No inicio achava bem estranho, mas com o tempo percebi que a forma de pensar em um sistema operacional estava ligado a como me acostumei a usar. Este é o mesmo sentimento que tenho em relação ao Go.</p>
<p>Não estou aqui para dizer que a linguagem é ótima e tão pouco desmerecer os méritos dos criadores. O que sugiro é acompanhar a evolução, pois como já disse, o Google possui uma reputação e não iria investir em algo que não tenha um propósito bem definido. Talvez estejamos diante de uma inovação ou uma grande piada, só o tempo pode dizer.</p>
<p>Indo direto ao código, inicialmente veremos conceitos básicos e no decorrer de outros posts falaremos de outros recursos da linguagem.</p>
<p>Para coneçar a desenvolver em Go <a href="http://wiki.takenami.com.br/doku.php?id=go:basico#alo_mundo" target="_blank">Click Aqui</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2009/11/26/iniciando-em-go-a-linguagem-de-programao-do-google/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produtividade X Investimentos em TI</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2007/11/11/produtividade-x-investimentos-em-ti/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2007/11/11/produtividade-x-investimentos-em-ti/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 00:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/2007/11/11/produtividade-x-investimentos-em-ti/</guid>
		<description><![CDATA[Muito se discute sobre o ganho de produtividade como resultado de investimentos em tecnologia da informação (TI). Esta relação vem mudando a economia global, pois atinge empresas dos setores industriais e até mesmo países. A polêmica gira em torno da falta de comprovação que isole a TI de outros fatores que podem influenciar neste resultado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se discute sobre o ganho de produtividade como resultado de investimentos em tecnologia da informação (TI). Esta relação vem mudando a economia global, pois atinge empresas dos setores industriais e até mesmo países. A polêmica gira em torno da falta de comprovação que isole a TI de outros fatores que podem influenciar neste resultado. Outro problema é a abordagem clássica do conceito de produtividade, não levando em consideração outros fatores de lucratividade das empresas como flexibilidade e inovação. Este texto faz um estudo desta relação tendo como base a entrevista dos professores da FGV, Alberto Luiz Albertin e Nelson Lerner Barth, a revista RAE-Execultivo. </p>
<p><span id="more-93"></span></p>
<p>As últimas décadas foram marcadas por grandes investimentos em TI. Estes investimentos levam em consideração que a utilização de tecnologias de ponta teria impacto direto sobre a produtividade e indiretamente influenciam o crescimento econômico global. O problema foi que nenhum estudo sobre o tema conseguiu comprovar esta relação direta, mas o fato é que países como os Estados Unidos, um dos maiores investidores em TI, cresceu muito mais que os países Europeus.
<p>Seguindo estes fatos é possível apontar a TI como o único impulsionador deste crescimento? Os critérios para a medição do impacto da TI sobre a produtividade ainda causa muita polémica, pois é muito difícil definir os parâmetros para avaliar este impacto. A dificuldade encontra-se em estabelecer um vínculo direto entre o investimento em TI e o desempenho empresarial, pois tal desempenho recebe a influência de diversas outras variáveis que não exclusivamente a TI.
<p>Não podemos tentar medir a produtividade apenas como o retorno de um investimento em TI, desconsiderando outros benefícios envolvidos no uso dessas tecnologias. A TI, por si só, não garante nem produtividade nem inovação. É preciso atitude para arriscar, consciência para estabelecer limites e uma cultura que permita absorver a mudança e torná-la um diferencial. Aplicar esta formula em uma escala macro parece um risco muito alto, mas países como a Índia resolveram apostar nesta receita e hoje estão colhendo os resultados. A Índia fez grandes investimentos para atender a crescente demanda por serviços que através da TI poderiam ser prestado a diversos países, principalmente os Americanos, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância. A utilização da TI neste caso não influenciou somente numa empresa ou setor da economia, mas em um país inteiro.
<p>Um grande erro quando se pensa em investimentos em TI é esquecer que produtividade não é o único objetivo. Se a grande meta é o lucro, então temos também que melhorar a capacidade e a forma como atendemos ao cliente. Albertin afirma que o ganho de produtividade com investimentos em TI não é o único fator que define a &#8220;nova economia&#8221;. Essa transformação está ligada a novos processos, novos modelos de negócios, novos estilos de relacionamentos internos e externos e outros fatores, que são viabilizados, ou pelo menos facilitados, pelo uso de TI.
<p>Um bom exemplo para isto é tentar mensurar produtividade no setor de serviços. Como avaliar quantitativamente o resultado de um serviço? Neste caso a TI pode buscar outros valores, não relacionado diretamente a produtividade, que podem garantir a lucratividade e a satisfação do cliente.
<p>Mas como deve ser feito o investimento em TI? Barth diz que o primeiro investimento não deve estar na TI e sim estar relacionado com novos processos para atender as metas da empresa. Investimentos em TI devem vir em seguida, como conseqüência.
<p>Outro fator importante para obter sucesso é entender muito bem dos negocio para definir qual o tipo de investimento e em que Tecnologia da Informação investir. É preciso fazer um estudo profundo para saber exatamente qual o objetivo da empresa e determinar se o investimento deve buscar o aumento da produtividade ou agregar valores como, por exemplo: </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; Redução de Custos; <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; Melhoria de Qualidade;<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; Aumento da Flexibilidade;<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; Inovação. </p>
<p>Muitas empresas, por falta de conhecimento ou dificuldade de tratar esses investimentos, acabam não tendo sucesso na análise dos investimentos em TI. Elas também não realizam um acompanhamento adequado da utilização da Tecnologia. Outro problema e que novos recursos de TI costumam não gerar resultados rápidos.
<p>É preciso conhecer melhor as possibilidades de benefícios oferecidos pelo uso de TI e tratar como um investimento qualquer, sujeito aos mesmos critérios de justificativa econômica, onde haverá alguns de maior retorno e maior risco, e outros de menor retorno e menor risco. Alguns destes serão voltados para a produtividade, outros para a inovação, e assim por diante.
<p>Barth diz que às vezes o investimento em TI também pode gerar redução da produtividade. Um investimento pode resultar em fiasco se tais processos estiverem mal definidos. Um exemplo dito é a compra de equipamentos de informática sem a definição de como estes devem ser utilizados.
<p>Na visão de Nicholas G. Carr a TI já não importa mais, pois já foi comoditizado, mas segundo Albertin, os investimentos em TI relacionados à produtividade sempre estiveram ligados a processos estruturados e à sua integração, mas atualmente este nível já foi atingido pela maioria das empresas.
<p>Muitas vezes a busca por uma automação cada vez maior cria uma expectativa muito grande e conseqüentemente uma frustração diante do alto investimento em TI. Por isto é importante observar quando se esta trabalhando no limite. É preciso deixar de lado a idéia de que, por um lado, a TI é tudo e pode tudo, e, por outro, de que a TI pode oferecer apenas ganhos de produtividade e melhoria de controle. São dois extremos, igualmente distantes da realidade.</p>
<p>Abraço,<br />Igor Takenami</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2007/11/11/produtividade-x-investimentos-em-ti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seriado sobre TI - Parte 2</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2007/09/03/seriado-sobre-ti-parte-2/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2007/09/03/seriado-sobre-ti-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 11:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/2007/09/03/seriado-sobre-ti-parte-2/</guid>
		<description><![CDATA[Semana passada começou a segunda temporada de The IT Crowd, seriado Britânico que mostra o cotidiano da equipe de TI de uma grande empresa. Está confirmado para inicio de 2008 a primeira temporada Americana. 
Para comemorar a volta de Roy, Moss e Jen fiz uma nova edição com situações engraçadas dos episódios 2 a 6:
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada começou a segunda temporada de The IT Crowd, <a href="http://www.takenami.com.br/2007/07/09/seriado-sobre-ti/">seriado Britânico que mostra o cotidiano da equipe de TI de uma grande empresa</a>. Está confirmado para inicio de 2008 a <a target="_blank" href="http://tviv.org/The_IT_Crowd_(USA)">primeira temporada Americana</a>. </p>
<p>Para comemorar a volta de Roy, Moss e Jen fiz uma nova edição com situações engraçadas dos episódios 2 a 6:</p>
<p>- Como ter paciência com os usuários<br />
- Prioridade do atendimento<br />
- Cuidado com o que escreve na internet<br />
- O reconhecimento da empresa<br />
- Todos sabemos&#8230;<br />
- &#8230;O quanto a empresa é grata a equipe de TI</p>
<p>Veja o vídeo:<br />
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kb8h1Bw51qc"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kb8h1Bw51qc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Para não esquecer: “Lembre que você não deve levar todas as piadas ao pé da letra, pois o objetivo dos produtores é criticar de forma engraçada. Não quero em momento algum dizer que todas as empresas ou profissionais são assim, muito pelo contrário, podemos absorver isto e pensar no que podemos melhorar”.</p>
<p>Grande Abraço,<br />
Igor Takenami</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2007/09/03/seriado-sobre-ti-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seriado sobre TI</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2007/07/09/seriado-sobre-ti/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2007/07/09/seriado-sobre-ti/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2007 20:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/2007/07/09/seriado-sobre-ti/</guid>
		<description><![CDATA[Você já ouviu falar em &#8220;The IT Crowd&#8221; ?. Este é o novo seriado lançado pela Sony que mostra o cotidiano da equipe de TI de uma grande empresa. A proposta é apresentar o mundo dos Nerds explorando a parte engraçada que envolve: relacionamento com usuário, importância do setor e muitas outras verdades que são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em &#8220;The IT Crowd&#8221; ?. Este é o novo seriado lançado pela Sony que mostra o cotidiano da equipe de TI de uma grande empresa. A proposta é apresentar o mundo dos Nerds explorando a parte engraçada que envolve: relacionamento com usuário, importância do setor e muitas outras verdades que são mostradas com muita sátira de forma politicamente incorreta. Apesar do formato humorístico inglês é possível dar boas risadas e principalmente identificar situações vivenciadas por vários profissionais da área.</p>
<p>Esta é uma edição feita do primeiro episódio onde são mostradas algumas situações engraçadas como:</p>
<p>- Selecionando o Gerente de TI<br />
- Atendimento ao Usuário<br />
- O Vocabulário dos técnicos<br />
- As instalações do pessoal de TI<br />
- Quem é o chefe?<br />
- O conhecimento do gerente de TI<br />
- A conversa da empresa &#8220;Somos um time&#8221;</p>
<p>Veja o vídeo:<br />
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-y7pfJRe0PM"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-y7pfJRe0PM" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Lembre que você não deve levar todas as piadas ao pé da letra, pois o objetivo dos produtores é criticar de forma engraçada. Não quero em momento algum dizer que todas as empresas ou profissionais são assim, muito pelo contrário, podemos absorver isto e pensar no que podemos melhorar.</p>
<p>Grande Abraço,<br />
Igor Takenami</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2007/07/09/seriado-sobre-ti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Legalize seus Softwares Gratuitamente</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2007/03/15/legalize-seus-softwares-gratuitamente/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2007/03/15/legalize-seus-softwares-gratuitamente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2007 12:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/2007/03/15/legalize-seus-softwares-gratuitamente/</guid>
		<description><![CDATA[Que tal legalizar seus softwares sem gastar dinheiro? Certamente você deve estar pensando que sou mais um fanático por Linux, mas o que diria se incluísse neste tema software proprietário? Esta é a minha proposta para o que chamo de &#8220;Software Legal&#8221;.  A tradução para este termo é de um software que esteja de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" src='http://www.takenami.com.br/wp-content/uploads/2007/03/j0431552.png' alt='j0431552.png' />Que tal legalizar seus softwares sem gastar dinheiro? Certamente você deve estar pensando que sou mais um fanático por Linux, mas o que diria se incluísse neste tema software proprietário? Esta é a minha proposta para o que chamo de &#8220;Software Legal&#8221;.  A tradução para este termo é de um software que esteja de acordo com sua licença, seja ela GPL ou proprietária. A escolha de um software legal leva em consideração os seguintes critérios: </p>
<p>Existe uma opção Open Source que atenda ao que você deseja?<br />
Senão, existe uma opção Freeware?<br />
Senão, partiremos para algo proprietário!</p>
<p>Caso seja necessário utilizar uma solução proprietária, não se desespere, pois você pode conseguir legalizar pagando muito pouco ou até mesmo nada. Pra começar visite o site <a href="http://www.giveawayoftheday.com/">http://www.giveawayoftheday.com/</a>, que disponibiliza diariamente software proprietário com licença gratuita. A cada dia um novo programa é disponibilizado gratuitamente porem só pode ser baixado naquele mesmo dia. No site também é possível ver o histórico do que já foi disponibilizado, mas agora só podem ser adquirido pagando-se pela licença. Como cada software só fica disponibilizado gratuitamente durante um dia é importante uma visita diária para verificar as novidades. </p>
<p>Uma outra opção é procurar saber se o software que você precisa não possui nenhum tipo de programa que permita adquiri-lo de forma gratuita ou até mesmo a um preço bastante acessível. A Microsoft, por exemplo, possui muitos programas e seu site é uma ótima fonte de informação.</p>
<p>O importante é utilizar software que atenda a necessidade de acordo com sua licença. É preciso avaliar o custo beneficio de cada opção conhecendo todas elas. Para procurar programas Open Source visite o site <a href="http://www.sourceforge.net">http://www.sourceforge.net</a> e o site <a href="http://www.softpedia.com">http://www.softpedia.com</a> para programas Freeware. Boa Sorte e estejam &#8220;LEGAL&#8221;.</p>
<p>Grande Abraço,<br />
Igor Takenami</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2007/03/15/legalize-seus-softwares-gratuitamente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Experimente a Web 3.0</title>
		<link>http://www.takenami.com.br/2007/03/08/experimente-a-web-30/</link>
		<comments>http://www.takenami.com.br/2007/03/08/experimente-a-web-30/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2007 13:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.takenami.com.br/2007/03/08/experimente-a-web-30/</guid>
		<description><![CDATA[Mal digerimos o significado e os conceitos por trás da Web 2.0 e já estamos entrando em uma nova fase, ou melhor, &#8220;versão 3.0&#8243; da internet. Certamente você ainda não ouviu falar neste termo, mas pode ser que seja um dos 70 mil Brasileiros que já experimentaram esta revolução. Sim, podemos dizer que a Web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" src="http://www.takenami.com.br/wp-content/uploads/2007/03/secondlife2.jpg" alt="Second Life" />Mal digerimos o significado e os conceitos por trás da Web 2.0 e já estamos entrando em uma nova fase, ou melhor, &#8220;versão 3.0&#8243; da internet. Certamente você ainda não ouviu falar neste termo, mas pode ser que seja um dos 70 mil Brasileiros que já experimentaram esta revolução. Sim, podemos dizer que a Web 3.0 é uma revolução já que muda a forma como navegamos e interagimos com os sites. Seguindo os mesmos passos de seu antecessor a novidade utiliza recursos para construção de comunidades e valoriza a participação e a colaboração dos usuários. O que muda é exatamente a forma como interagimos, ou melhor, a interface entre o usuário e a rede mundial de computadores.</p>
<p>Na Web 3.0 deixaremos de utilizar o browser da forma como conhecemos hoje e a navegação será feita literalmente através de um mundo virtual. Não podemos negar que a Web é um grande mundo digital formado por página e hiperlinks. Como seria se ao invés de páginas houvesse cenários, ao invés de navegar fosse possível andar até um novo cenário e conversar com outras pessoas que estão ali? Isto é algo como a vida real. Não sei por que, mas isto tudo me lembrar o filme Matrix.</p>
<p><strong>Para quem não entendeu nada do que eu quis dizer, vou explicar melhor:</strong> A Web 3.0 revolucionará a forma como navegamos, pois será um mundo virtual onde existiremos em forma de Avatar (personagem que reproduz as suas características) e interagiremos com coisas reais rederizadas em gráficos tridimensionais. A nova &#8220;versão&#8221; da Web é uma simulação 3D do mundo real e o exemplo mais popular é o <a target="_blank" href="http://www.secondlife.com/">Second Life</a> da Liden Labs. No simulador da Liden Labs ao invés de sites temos as ilhas onde é possível: andar, observar os cenários e interagir com outras pessoas que estão ao seu redor, ou seja, é uma segunda vida dentro da Web. O browser deixará de exibir páginas para mostrar o seu campo de visão para este mundo, sendo seus olhos nesta realidade alternativa.</p>
<p>A primeira vez que ouvi o termo Web 3.0 foi em uma palestra do Brasileiro Jean Paul Jacob, pesquisador de longa data da IBM. Não é por acaso que a IBM é uma das empresas que mais investe no simulador. A Big Blue já criou sede própria onde é possível realizar reuniões, palestras e outras atividades. Além de IBM várias outras empresas já aderiram ao mundo tridimensional e muitos negócios já estão sendo fechados movimentando uma economia que possui moeda própria e cambio para o dólar. Para quem já tem um site na Web que tal construir a sua ilha no Second Life? Quem não tem vale a pena explorar um pouco este mundo. Para saber mais sobre Web 3.0 e sobre o Second Life recomendo ouvir a o <a href="http://www.takenami.com.br/2007/01/23/takepod-episodio-1/">Episódio 1</a> do TAKEPOD.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.takenami.com.br/2007/03/08/experimente-a-web-30/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
