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	<title>Takenami &#187; Ger. de Projetos</title>
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	<description>Consultoria em TIC</description>
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		<title>O Segredo do Sucesso do Google</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 18:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ger. de Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nenhuma empresa cresceu tão rápida quanto o Google nos últimos anos. Como entender o segredo de um sucesso tão espontâneo? Como repetir este fenômeno?  Para tentar responder a estas perguntas sugiro um modelo de gestão baseado nas informações do livro: &#8220;Google a história do negócio de mídia e tecnologia de maior sucesso dos nossos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhuma empresa cresceu tão rápida quanto o Google nos últimos anos. Como entender o segredo de um sucesso tão espontâneo? Como repetir este fenômeno?  Para tentar responder a estas perguntas sugiro um modelo de gestão baseado nas informações do livro: &#8220;Google a história do negócio de mídia e tecnologia de maior sucesso dos nossos tempos&#8221; dos autores David A. Vise e Mark Malseed.</p>
<p>O livro mostra a trajetória de Sergey Brin e Larry Page para fundar e tornar o Google a maior ferramenta de busca da internet. O sucesso do Google mostrou que é possível crescer priorizando necessidades de usuários em detrimento de ganhar o máximo de dinheiro possível em curto prazo. Um exemplo disto e a sua página inicial, que não possui qualquer tipo de propaganda para facilitar a navegação do usuário. Além disto, seu sistema de busca mostra os resultados livre de acordos comerciais, tendo uma área especifica para isto.</p>
<p>O Google esta provando que primeiro deve-se fornecer um serviço útil para o usuário e só depois pensar em como ganhar dinheiro com isto. Sistematizando todas as informações, suponho que a base de tudo é um tripé que direciona todo o foco da empresa para: <strong>equipe</strong>, <strong>inovação</strong> e <strong>satisfação do usuário</strong>. O diagrama abaixo demonstra as estratégias utilizadas em cada ponta do tripé:</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.takenami.com.br/wp-content/uploads/2007/04/modelo_google.jpg" alt="Tripé do Google" height="404" width="539" /></p>
<p><span id="more-73"></span><br />
O resultado aprestado foi baseado em informações extraídas do livro de Vise e Malseed, transcrita abaixo e agrupadas por cada ponta do tripé:</p>
<p><strong>Foco no Usuário </strong></p>
<p>O Google não procura fazer tanto dinheiro quanto poderia em curto prazo. Uma visita rápida em www.google.com.br confirmará que o Google não exibe anúncios nessa página, renunciando a dezenas de milhões de dólares em rendimento bruto e lucros para dar aos usuários uma experiência de busca de maior qualidade.</p>
<p>Diferente da maioria das empresas, em que executivos e gerentes de produto tentam pensar em maneiras de fazer dinheiro e só então criar os produtos, o Google é um lugar onde tecnólogos pensam primeiro em maneiras de resolver problemas; somente depois, se possível, eles se preocupam em como transformá-los em dinheiro.</p>
<p>Enquanto seus vizinhos do Vale do Silício gastavam milhões de dólares que eles não tinham em anúncios no intervalo do Super Bowl e extravagantes estratégias de marketing, o Google crescia em popularidade e notoriedade sem gastar um tostão sequer.</p>
<p>Uma razão pela qual a empresa não tem necessidade de se autopromover é que sua cultura favorece um foco preciso ao atender os interesses dos usuários do Google. Estes, em troca, tornam-se seus maiores advogados.</p>
<p><strong>Foco na Inovação</strong></p>
<p>A alma da máquina Google é a rápida inovação, o assunto mais importante discutido em quase todas as reuniões de trabalho da empresa. Para Brin e Page, manter a inovação junto ao crescimento do Google é seu principal desafio, já que a inovação é a razão pela qual ele dispara na frente dos outros e se mantém na liderança.</p>
<p>Ser otimista é importante. Temos que ser meio bobos com os objetivos que estamos traçando. É preciso ter um desprezo saudável pelo impossível. É preciso tentar coisas que a maioria das pessoas não tentaria.</p>
<p>O único jeito de ser bem-sucedido é começar falhando várias vezes. A idéia de obter sucesso depois de repetidos fracassos, não ter medo de cair e se levantar.</p>
<p><strong>Foco na Equipe</strong></p>
<p>Brin e Page davam dez razões para alguém trabalhar para o Google, incluindo tecnologia de ponta, opções de ter ações da empresa, bebidas e aperitivos de graça e a idéia de que milhões de pessoas &#8220;usarão e apreciariam o seu software&#8221;.</p>
<p>No Google, a preferência é trabalhar em pequenas equipes de três pessoas, com empregados específicos que destinam 20% do seu tempo a explorar as idéias quais mais os interessarem.</p>
<p>O Google tem uma norma que dizia que os engenheiros de software tinham de passar 20% de seu tempo, ou um dia por semana, em qualquer outro projeto que os interessasse. A norma dos 20% era uma maneira de encorajar a inovação, e tanto Brin quanto Page, viam isso como essencial para estabelecer e manter a cultura certa e criar um local onde tecnólogos brilhantes quisessem trabalhar e se sentissem motivados a trazer idéias inovadoras.</p>
<p>O período de 20% foi inventado para as pessoas explorarem. As pessoas são produtivas quando estão trabalhando em algo que consideram importante, que tenham inventado ou em um projeto que as deixe apaixonadas.</p>
<p>Caso tenha algo a acrescentar ou discorde de alguma coisa deixe um comentário.</p>
<p>Grande Abraço,<br />
Igor Takenami</p>
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		<title>Cartilha de Ponto de Função Grátis</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2007 18:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Takenami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ger. de Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer quando o preço de um projeto deve estar abaixo da concorrência e ao mesmo tempo não se pode correr o risco de ter um grande prejuízo? Ao tentar utilizar esta fórmula no desenvolvimento de software, percebemos o quanto é difícil chegar a um valor exato para resolver esta equação. Apesar do grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src='http://www.takenami.com.br/wp-content/uploads/2007/03/logo-ifpug.gif' alt='Logo do IFPUG' />O que fazer quando o preço de um projeto deve estar abaixo da concorrência e ao mesmo tempo não se pode correr o risco de ter um grande prejuízo? Ao tentar utilizar esta fórmula no desenvolvimento de software, percebemos o quanto é difícil chegar a um valor exato para resolver esta equação. Apesar do grande avanço na engenharia de software, o custo do tamanho do software ainda é uma variável obscura e muitas empresas utilizam a conhecida técnica do &#8220;achismo&#8221;. </p>
<p>Para tentar resolver este problema algumas técnicas foram criadas e a mais conhecida é a Análise de Pontos de Função da <a target="_blank" href="http://www.ifpug.org">IFPUG</a>. Esta técnica é baseada na contagem matemática de características do software. A contagem destas características é convertida em pontos de função tendo como referência uma tabela universal de valores. </p>
<p>Mesmo com o conhecimento da técnica muitas empresas não a utilizam principalmente na hora de calcular o preço de uma proposta. A causa disto é o trabalho e o tempo para se realizar uma contagem detalhada. O esforço necessário leva as empresas a seguirem o seguinte dilema: custear a contagem para se chegar a um valor mais próximo da realidade ou arriscar abrir mão desta contagem e buscar um numero baseado no &#8220;achismo&#8221; do gerente do projeto. </p>
<p>Não que a segunda opção NUNCA deva ser utilizada, mas na maioria das vezes devemos evitar deste tipo de abordagem por alguns motivos como: É difícil chegar a um valor exato (ou o projeto sai muito caro ou tende a causar prejuízo); Não define critérios que estabeleçam métricas para serem utilizadas em outros projetos e principalmente não se consegue medir a produtividade em valores matemáticos.</p>
<p>A Análise de Pontos de Função pode garantir tudo isto, mas possui um custo alto que na maioria das vezes e bancado pela empresa que não cobra por proposta emitida. Como resolver isto? Uma solução para este problema pode estar na própria técnica que fornece recursos para se fazer uma contagem parcial conhecida como <a target="_blank" href="http://www.macoratti.net/vb_estm1.htm">contagem indicativa</a>. A utilização de técnicas como a contagem indicativa não fornece um valor exatamente igual ao se fosse feita à contagem detalhada, mas os valores são muito próximos. Além disto, está abordagem deve ser aplicada utilizando históricos onde a empresa no final das contam tem noção que, por exemplo, a contagem indicativa diverge 10% da detalhada. Este valor normalmente se torna aceitável na hora de assumir o risco.</p>
<p>É importante que as empresas utilizem técnicas para universalizar a forma como o sistema deve ser visto pelos desenvolvedores e clientes. Isto fortalece o mercado e permite que os clientes possam encolher seus fornecedores pela sua capacidade de produção e custo.</p>
<p>Uma boa fonte de informação é o livro: Análise de Pontos de Função, de Carlos Eduardo Vazquez, Guilherme Sinqueira Simões e Renato Machado Albert. Os autores são responsáveis pela <a target="_blank" href="http://www.fattocs.com.br">Fatto Consultoria</a>, empresa especializada no assunto. Para quem tem interesse no tema ou já conhece a técnica A Fatto oferece uma cartilha gratuita com a tabela de Pontos de Função, além de dicas de como fazer a contagem. Solicite sua <a target="_blank" href="http://www.fattocs.com.br/cartao.asp">cartilha Grátis</a>.</p>
<p>Grande Abraço,<br />
Igor Takenami</p>
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