Das várias aplicações de um certificado digital a mais conhecida certamente é a assinatura digital. Seja um e-mail ou arquivo, a assinatura digital fornece recursos para garantir sua autenticidade. Um e-mail assinado digitalmente pode ser reconhecido pelo selo
que indica a veracidade de seu remetente.
Para assinar digitalmente um documento são utilizadas técnicas de criptografia baseado em chaves: pública e privada. De forma bem resumida à informação criptografada com a chave privada só pode ser decriptografada com a chave pública e vice-versa. Como somente o dono de um certificado digital possui sua chave privada, ele pode criptografar a mensagem com esta chave para que seja decriptografada com sua chave pública (obtida por qualquer usuário).
Aplicando esta regra podemos deduzir vários tipos de relação segura. Para assinar digitalmente um e-mail, por exemplo, é aplicada uma criptografia (com a chave privada) ao hash da mensagem. Esta informação é enviada juntamente com a mensagem. Ao chegar ao destinatário o cliente de e-mail reconhece que a mensagem foi assinada digitalmente e utilizado a chave pública (de quem enviou à mensagem) decriptografa a informação posteriormente criptografada. Após este processo é obtido o hash principal do que foi criptografado. Agora e só obter um hash da mensagem e comparar hash-a-hash, verificando se são iguais. Caso seja, o remetente é verdadeiro.
Este mesmo processo pode ser utilizado para criptografar arquivos. Por exemplo, se eu quero criptografar um arquivo que só pode ser lido por “Fulano”, eu devo obter sua chave pública e criptografar o arquivo pois somente ele poderá decriptografar com sua chave privada.
Para mostrar na prática como isto funciona segue um tutorial escrito pelo meu amigo Cleverson Sacramento, vulgo ZyC. O tutorial descreve como adquirir um certificado digital gratuito e válido por 1 ano.
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Que tal legalizar seus softwares sem gastar dinheiro? Certamente você deve estar pensando que sou mais um fanático por Linux, mas o que diria se incluísse neste tema software proprietário? Esta é a minha proposta para o que chamo de “Software Legal”. A tradução para este termo é de um software que esteja de acordo com sua licença, seja ela GPL ou proprietária. A escolha de um software legal leva em consideração os seguintes critérios:
O que fazer quando o preço de um projeto deve estar abaixo da concorrência e ao mesmo tempo não se pode correr o risco de ter um grande prejuízo? Ao tentar utilizar esta fórmula no desenvolvimento de software, percebemos o quanto é difícil chegar a um valor exato para resolver esta equação. Apesar do grande avanço na engenharia de software, o custo do tamanho do software ainda é uma variável obscura e muitas empresas utilizam a conhecida técnica do “achismo”.
Mal digerimos o significado e os conceitos por trás da Web 2.0 e já estamos entrando em uma nova fase, ou melhor, “versão 3.0″ da internet. Certamente você ainda não ouviu falar neste termo, mas pode ser que seja um dos 70 mil Brasileiros que já experimentaram esta revolução. Sim, podemos dizer que a Web 3.0 é uma revolução já que muda a forma como navegamos e interagimos com os sites. Seguindo os mesmos passos de seu antecessor a novidade utiliza recursos para construção de comunidades e valoriza a participação e a colaboração dos usuários. O que muda é exatamente a forma como interagimos, ou melhor, a interface entre o usuário e a rede mundial de computadores.












